Lagrimas saem dos olhos de tonny, que enxuga, e sai do banheiro, se batendo com um garoto.
Tonny: foi mal cara, desculpa.
Garoto: não foi nada, ei, você não é o carinha que mora na minha rua.
Tonny: deve ser, me chamo tonny.
Tonny suspende sua mão, o garoto o aperta.
Garoto: me chamo Maicon
Tonny: prazer. Você é que serie?
Maicon: sou primeiro ano. Você deve ser do terceiro, estou certo?
Tonny: certíssimo, como sabe?
Maicon: tenho meus truques.
Tonny: hum... adoro mistério.
Maicon: cara goste de ti, mas acho que vim para a escola para estudar, mais tarde nos vemos.
Tonny: ok, te mais.
Tonny voltou para a sua sala, e reencontrou Ricardo sentado na careira ao seu lado, e sentou-se também.
Ricardo: hoje foi maravilhoso, passa la na minha casa mais tarde, para conhecer sua sogra.
Tonny: rsrs, minha sofra. Run!
Ricardo: depois eu vou e conheço a minha.
Tonny: é
Tonny ficou serio, os demais alunos entraram na sala, acompanhados por uma nova professora.
RESIDENÇIA FAMILIA SOARES
Fernando se lenvata-ra da cama e ira para a sala, já estava se sentido melhor, as marcas do soco em seus rostos já estavam a sumir. Leonardo, estava sentado o outro sofá, virou-se quando o filho chegara na sala. Ele estava arrumado e Leila também.
Leila: filho vou cumprir o que você me pediu, seu pai foi contra, mais resolvi fazer.
Fernando: já esperava, essa atitude dele.
Leila: bem, vai ficar bem aqui sozinho né?
Fernando: sim, provavelmente o Théo passa aqui ainda hoje.
Leonardo: vamos
Saíram, deixando o garoto a só
ESCOLA CONVIVENDO E APREDENDO.
Estavam todos assitindo a aula da nova professora, Deise
Deise: serei a nova professora de sociologia, estarei pondo em pratica o aprendizado de respeitarmos os outros, seja, religião, cor, opção sexual ou o que seja. Alguém tem algo a falar?
Niguém respondeu, Tonny e Ricardo estavam ansiosos, quando falou sobre opção sexual.
Deise: pois bem, o ser humano em si, precisa saber conviver um com os outros, sabemos que hoje em dia que a família pode ser composta de varias formas. Como um homem e uma mulher ou por dois homens, ou duas mulheres.
Vários sussurros saíram da sala. Tonny, Ricardo e Carol, estavam quietos, não resolveram entrar nesse assunto, que tanto os perturbava, ainda mais Ricardo e Carol. Já tivera em situações parecidas antes.
Deise: bem, ouvir bastantes comentários, alguém quer dizer alguma coisa?
Um garoto se pronunciou.
Aluno: bem professora, eu pessoalmente discordo em relação ao homossexualismo.
Deise: bem em primeiro o sufixo lismo não é mais empregado, pois é um sufixo que retrata a maioria das vezes doenças.
Aluno: tanto faz. Homossexualismo ou homossexualidade acho isso muito errado, e a presidente ainda que liberar o casamento gay, e permitir que essas pessoas adotem crianças.
Tonny pegou um ódio do colega, dava vontade de revelar a todos ali o que queria dizer, se fosse em São Paulo tudo bem, todos já sabiam, mas ali não sabe como seria.
Denise: mas essas pessoas meu caro, são humanos, tem sentimentos também.
Aluno: para mim é tudo descaração.
Denise: essa é a sua opinião, tem o direito de ter sua opinião, mas deveria respeitar as escolhas das pessoas.
Ricardo pensara: “ se fosse escolha tudo bem, mão não é uma escolha”
HOSPITAL
A enfermeira estava arrumando as coisas no quarto de Rafael, por uns segundos olharam o garoto, era alto, forte, muito belo, cabelos castanhos caídos no rosto.
Enfermeira: o garoto tão jovem, belo, nesse estado. Meu Deus.
A enfermeira continuou a arrumar as coisas, ate que percebe que Rafael mexerá um dedo, gritou o medico que veio às pressas.
Médico: o que houve?
Enfermeira: veja doutor, ele esta mexendo um dedo.
O medico aproximou-se mais.
Medico: Rafael, se me escuta com seu dedo, tente tocar em minha mão.
O Garoto em nada mexe, o medico se virou para a enfermeira.
Médico: foi so algo passageiro, vamos falar com a família dele.
Saíram do quarto, ao sair, Rafael tenta procurar a mão de Medico.
CARRO
O cara e Léo chagaram a uma casa fechada, ao entrarem tinha varias mulheres semi-nuas servindo drinques.
Léo: então, onde ele estar? Tenho que voltar em tempo da escola liberar.
Cara 1: espere, vou falar com ele primeiro.
Léo: esta bem. O garoto esperou, bebeu um drinke e entrou. Era um gabinete, tinha dois caras na porta, com armas pesadas. Ele entrou e sentou-se na cadeira.
???: então trouxe o dinheiro, malandro?
Léo: trouxe, trxou sim, o preço que combinamos
???: deixe-me ver.
Léo colocou a bolsa em cima da mesa, o homem viu e deu ok, o cara 1 pegou a bolsa e guardou dentro de um cofre.
???: quando eu contar e tiver faltando já sabe, cara
Léo: sei sim, e eu – eu queria mais, o dinheiro tambem já esta ali, já ta pago.
???: quer mais, daremos mais, agora dessa vez vai ser mais caro. E so vendemos 1kg agora
Léo: mais caro? Mais como vou pagar?
???: fique na sua, surgiu uma proposta ai, talvez mande te chamar. Agora tome e vaza daqui.
Léo: o-ok, ate a próxima, ah e esse é o mesmo do outro.
???: é LSD mesma medida. Nunca nos vimos, nunca nos falamos.
Léo: sei disso.
Assim o garoto saiu, com as drogas dentro da camisa.
RESIDENÇIA DA FAMILIA SOARES
Fernando esta assistindo quase pegando no sono, bateram na porta.
Fernando: só pode ser o Theo.
Fernando abre a porta, Pedro entra rapidamente e bate a porta com tudo.
Pedro: nando, que saudades
pedro abraça fernando e o beija
Pedro: vamos matar a saudade amor ?
Fernando batia nas costas de pedro
Fernando: não Pedro, por favor... me solta, você tá me machucando
Pedro: não se rebele, pode se machucar.
fernando tenta fugir de pedro, mais pedro o agarra novamente
fernando: me solta, seu idiota
pedro: escuta aqui, só estamos nois dois aqui, melhor me obedece, entendeu
fernando beija pedro que ao mesmo tempo chora
pedro: eu te amo
Continua...

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